Fiquei com vontade de chorar quando vi.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Elf Yourself
Adoro essas babaquices de Natal...
Feliz Natal para todos!!!
- Imagem de backup, caso o vídeo seja retirado do ar: -

Send your own ElfYourself eCards
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
The Not-so-smart Phone
Lendo a Veja (sim, eu faço parte daquela podre e decadente zelite branca dos Jardins que assina Veja) de tecnologia dessa semana me deu um treco: cismei que queria um smart phone.
Em parte, a minha cisma deve-se ao fato de que o meu LG relativamente novo (uns 6 meses de uso) tem a irritante mania de só completar uma ligação a partir da segunda tentativa (já quase o joguei contra a parede umas 3 vezes, foi preciso muito autocontrole).
E, em parte, simplesmente porque eu achei o HTC G1 fofo demais.
Ao constatar que:
Eu cheguei à conclusão de que pagar 2 mil reais para ter as minhas "necessidades" (que consistem basicamente em falar, trocar papéis de parede, brincar e tirar onda com o telefone) telefônicas satisfeitas é just too much.
Resolvi então dar um pulinho no Paulista Center para ver as opções. Mesmo lá, os preços estavam salgados. Isso é, para os telefones de marcas conhecidas.
Procurando mais um pouquinho, vc acha telefones chineses (que não têm a menor pretensão de imitarem marca nenhuma) bastante interessantes.
Como modelos com touch screen, sensor de movimento, acelerômetro (é isso mesmo?), MP3 Player com memória expansível por mini SD, câmera (640 x 480, mas hey...), quadriband, bluetooth, leitor de E-book, garavador de voz, FM, etc.
Acabei comprando um que tem tudo isso aí e aceita 2 SIM cards, e resolvi um problema que há muito me aborrece: o de ter que andar com 2 telefones. Este deixa os 2 chips funcionando simultaneamente. Vc seleciona o contato no menu e escolhe qual botão de send apertar: o do SIM A ou o do SIM B. Vc também pode personalizar como se fossem 2 telefones diferentes... Um toque para cada um, etc. Bastante prático.
O mais engraçado foi o brinde: o telefone tem TV. Não, não tô brincando. É sério. Vc puxa uma anteninha e sintoniza os canais de TV. E o sinal é bastante razoável. Dependendo do canal, a imagem fica verdadeiramente boa. Como vc troca de canal? Dá uma chacoalhada e ele avança para o próximo (se vc não quiser usar a interface com os comandos). E ainda dá pra gravar vídeo da TV. Bizarro. o.O
O menu do telefone também é bem legal. Daqueles que vc pode arrastar com o dedo pra cima, pro lado, etc. Vc também pode trocar o papel de parede com uma sacudida. E se vc virar o tel, ele vira a imagem para adequá-la à posição do visor (vertical ou horizontal).
O som é ótimo (meaning: alto pra caralho). E a tela é muito boa e nítida. O touch é sensível o bastante, funciona bem.
Tudo isso pela módica quantia de 340 reais. Veio com um cabinho USB, um cartãozinho de 512 MB e fones de ouvido. Por mais 60 pratas, ainda comprei um carregador e uma bateria extra. Nada mal, né?
Claro que há alguns detalhes que fazem dele um kind-of-dumb phone. Navegação na net definitivamente não foi uma prioridade do pessoal que criou o bichinho. Ele tem WAP, mas não Edge. Pra ver e-mail, só se eu configurar pela TIM.
O T9 também não existe... A menos que seja em inglês. Ou que eu queira o telefone com um menu num "português" em que "back" foi traduzido para "costas" (não, eu não estou zoando. Infelizmente).
Mas em compensação o tecladinho virtual é bem bonzinho, vc pode fazer modelos de SMS e deixar prontos, e ele reconhece escrita com a caneta (quem diria?).
Apesar de ser Mp3 Player, por algum motivo cuja lógica me escapa vc só pode adicionar 4 músicas Mp3 na pasta de sons de onde vc pode escolher seus toques. Ou vc se vira com esses 4, ou com os MIDIs que já vêm com o telefone (?????). Whatever.
Outra coisa bizarra, é que ele não reconhece DDD nem código de operadora.
Se eu cadastro alguém na agenda com o telefone como 0xx11 1234-1234, e a pessoa me liga, ele mostra o número mas não o contato. Porque, para ele, se o número é local e não aparece o DDD na frente, o contato não é o mesmo.
Para resolver esse problema estranho, aderi à gambiarra: cadastrei cada PUTO contato com 2 números de telefone: COM e SEM DDD. Assim o identificador funciona.
(deu um trabalho do caralho...)
Como diz o Le, o telefone tem síndrome de Savant... Gênio para umas coisas e completamente imbecil para outras. Hehehehehehehehehehe.
Mas estou mais do que satisfeita. 2 chips num só aparelho, e mais recursos do que tinha até então com qualquer dos 2 antigos.
Resta saber agora quanto tempo ele vai durar. Parece bem acabado, revestimento emborrachado, peças firmes. Mas vai saber... Essas coisas chinesas são sempre uma incógnita. De qualquer forma, pelo preço que custou, vai valer cada centavo de diversão.
Em parte, a minha cisma deve-se ao fato de que o meu LG relativamente novo (uns 6 meses de uso) tem a irritante mania de só completar uma ligação a partir da segunda tentativa (já quase o joguei contra a parede umas 3 vezes, foi preciso muito autocontrole).
E, em parte, simplesmente porque eu achei o HTC G1 fofo demais.
Ao constatar que:
- 1) O HTC G1 ainda não está disponível no Brasil.
- 2) Seguindo a viadagem do IPhone, ele é bloqueado para ser usado somente com uma operadora nos EUA.
- 3) Meu irmão meteu o pau no sistema operacional do bichinho (o Android, da Google). Disse que o bluetooth só serve pra fone de ouvido (não passa dados), que o troço dá pau toda hora, e sei lá o que mais.
- 4) os preços de smart phones não são NADA convidativos.
Eu cheguei à conclusão de que pagar 2 mil reais para ter as minhas "necessidades" (que consistem basicamente em falar, trocar papéis de parede, brincar e tirar onda com o telefone) telefônicas satisfeitas é just too much.
Resolvi então dar um pulinho no Paulista Center para ver as opções. Mesmo lá, os preços estavam salgados. Isso é, para os telefones de marcas conhecidas.
Procurando mais um pouquinho, vc acha telefones chineses (que não têm a menor pretensão de imitarem marca nenhuma) bastante interessantes.
Como modelos com touch screen, sensor de movimento, acelerômetro (é isso mesmo?), MP3 Player com memória expansível por mini SD, câmera (640 x 480, mas hey...), quadriband, bluetooth, leitor de E-book, garavador de voz, FM, etc.
Acabei comprando um que tem tudo isso aí e aceita 2 SIM cards, e resolvi um problema que há muito me aborrece: o de ter que andar com 2 telefones. Este deixa os 2 chips funcionando simultaneamente. Vc seleciona o contato no menu e escolhe qual botão de send apertar: o do SIM A ou o do SIM B. Vc também pode personalizar como se fossem 2 telefones diferentes... Um toque para cada um, etc. Bastante prático.
O mais engraçado foi o brinde: o telefone tem TV. Não, não tô brincando. É sério. Vc puxa uma anteninha e sintoniza os canais de TV. E o sinal é bastante razoável. Dependendo do canal, a imagem fica verdadeiramente boa. Como vc troca de canal? Dá uma chacoalhada e ele avança para o próximo (se vc não quiser usar a interface com os comandos). E ainda dá pra gravar vídeo da TV. Bizarro. o.O
O menu do telefone também é bem legal. Daqueles que vc pode arrastar com o dedo pra cima, pro lado, etc. Vc também pode trocar o papel de parede com uma sacudida. E se vc virar o tel, ele vira a imagem para adequá-la à posição do visor (vertical ou horizontal).
O som é ótimo (meaning: alto pra caralho). E a tela é muito boa e nítida. O touch é sensível o bastante, funciona bem.
Tudo isso pela módica quantia de 340 reais. Veio com um cabinho USB, um cartãozinho de 512 MB e fones de ouvido. Por mais 60 pratas, ainda comprei um carregador e uma bateria extra. Nada mal, né?
Claro que há alguns detalhes que fazem dele um kind-of-dumb phone. Navegação na net definitivamente não foi uma prioridade do pessoal que criou o bichinho. Ele tem WAP, mas não Edge. Pra ver e-mail, só se eu configurar pela TIM.
O T9 também não existe... A menos que seja em inglês. Ou que eu queira o telefone com um menu num "português" em que "back" foi traduzido para "costas" (não, eu não estou zoando. Infelizmente).
Mas em compensação o tecladinho virtual é bem bonzinho, vc pode fazer modelos de SMS e deixar prontos, e ele reconhece escrita com a caneta (quem diria?).
Apesar de ser Mp3 Player, por algum motivo cuja lógica me escapa vc só pode adicionar 4 músicas Mp3 na pasta de sons de onde vc pode escolher seus toques. Ou vc se vira com esses 4, ou com os MIDIs que já vêm com o telefone (?????). Whatever.
Outra coisa bizarra, é que ele não reconhece DDD nem código de operadora.
Se eu cadastro alguém na agenda com o telefone como 0xx11 1234-1234, e a pessoa me liga, ele mostra o número mas não o contato. Porque, para ele, se o número é local e não aparece o DDD na frente, o contato não é o mesmo.
Para resolver esse problema estranho, aderi à gambiarra: cadastrei cada PUTO contato com 2 números de telefone: COM e SEM DDD. Assim o identificador funciona.
(deu um trabalho do caralho...)
Como diz o Le, o telefone tem síndrome de Savant... Gênio para umas coisas e completamente imbecil para outras. Hehehehehehehehehehe.
Mas estou mais do que satisfeita. 2 chips num só aparelho, e mais recursos do que tinha até então com qualquer dos 2 antigos.
Resta saber agora quanto tempo ele vai durar. Parece bem acabado, revestimento emborrachado, peças firmes. Mas vai saber... Essas coisas chinesas são sempre uma incógnita. De qualquer forma, pelo preço que custou, vai valer cada centavo de diversão.
sábado, 15 de novembro de 2008
Photoshop Disasters
Não curto muito blogs pessoais, mas gosto dos cômicos ou daqueles criados para tirar barato de alguma coisa.
Juntamente com o Fail Blog, acho o Photoshop Disasters um dos blogs mais divertidos da atualidade.
Cara, tem coisa ali que vc não acredita: posters de empresas como Disney, Fox, etc... Capas de revistas famosas, anúncios de grifes internacionais badaladíssimas... Trabalhos completamente TOSCOS e PODRES.
Chorei de rir (e senti muita vergonha terceirizada também).
Alguns deles vieram até (ê mundo pequeno!) parar na minha mão, lá na empresa. Como a arte de Perigo em Bangkok e de Marido por Acaso (ainda sem estréia marcada), por exemplo.
Como vieram prontas de fora, não mexemos em nada. Mas que a mãozinha do Nicolas Cage dava nervoso de olhar, dava.
Isso me lembra uma das últimas "conversas" que tive com meu ex-chefe, antes de ele me mandar embora sem me explicar porque e nem mesmo ter coragem de falar comigo, depois de sabotar meu trabalho e infernizar minha vida por 2 meses...
Ao fazer um anúncio de InkHeart (Coração de Tinta) para a revista SET, fui pegar como referência o arquivo mais recente que tínhamos da arte do filme. Era um outdoor, a ser veiculado em Brasília.
Qual não foi minha surpresa ao ver que os atores haviam sido espelhados e que as frases que eles traziam escritas no rosto e no corpo estavam ao contrário!
Tudo bem que o cara não sabe picas de inglês (o animal trabalha no Quark há 8 anos e só consegue chamar o programa de Quarker. Quer mais?)... Mas caralho! As LETRAS pelo menos ele conhece, né?
Quando comentei sobre o assunto com um colega, já meio em estado de pânico (não sabia se o arquivo final do outdoor já tinha saído ou não), o outro veio todo nervosinho querendo saber o que eu estava "cochichando". Cheguei e mostrei o problema e expus minha inquietude.
Muito rapidamente, ele desconversou e disse que "era de propósito". Que ele tinha visto, claro (claro!), mas que não tinha nada errado... Já que o livro seria como um "carimbo" que teria imprimido as letras nas caras das pessoas. ¬¬
Enfim... O arquivo era um layout, e até onde eu sei, nem chegou a sair. Menos mal.
Não sei o que é pior: fazer algo assim e não reparar, ou fazer ciente e achar que "não tem problema" os personagens saírem com tudo escrito ao contrário nos cornos, como se tivessem tirado foto no espelho para colocar no Orkut.
Pior que, diante da afirmativa "todos os meus movimentos são friamente calculados", eu não tive muita escolha exceto ser diplomática, e mandar uma disfarçada hipócrita ao estilo "ah tá... É que achei que podia ter mudado o padrão e eu teria que fazer tudo de novo, bla bla bla" (que não colou, claro. Caguei).
Tenho certeza de que essa minha sacada indiscreta foi uma das última gotinhas d'água necessárias para encher o copinho do paranóico, e convencê-lo de que a empresa era pequena demais para nós dois. Rs
Só me arrependo de não ter salvado o arquivo... A esta hora ele estaria no Photoshop Disasters. XD
Hehehehehe.
Juntamente com o Fail Blog, acho o Photoshop Disasters um dos blogs mais divertidos da atualidade.
Cara, tem coisa ali que vc não acredita: posters de empresas como Disney, Fox, etc... Capas de revistas famosas, anúncios de grifes internacionais badaladíssimas... Trabalhos completamente TOSCOS e PODRES.
Chorei de rir (e senti muita vergonha terceirizada também).
Alguns deles vieram até (ê mundo pequeno!) parar na minha mão, lá na empresa. Como a arte de Perigo em Bangkok e de Marido por Acaso (ainda sem estréia marcada), por exemplo.
Como vieram prontas de fora, não mexemos em nada. Mas que a mãozinha do Nicolas Cage dava nervoso de olhar, dava.
Isso me lembra uma das últimas "conversas" que tive com meu ex-chefe, antes de ele me mandar embora sem me explicar porque e nem mesmo ter coragem de falar comigo, depois de sabotar meu trabalho e infernizar minha vida por 2 meses...
Ao fazer um anúncio de InkHeart (Coração de Tinta) para a revista SET, fui pegar como referência o arquivo mais recente que tínhamos da arte do filme. Era um outdoor, a ser veiculado em Brasília.
Qual não foi minha surpresa ao ver que os atores haviam sido espelhados e que as frases que eles traziam escritas no rosto e no corpo estavam ao contrário!
Tudo bem que o cara não sabe picas de inglês (o animal trabalha no Quark há 8 anos e só consegue chamar o programa de Quarker. Quer mais?)... Mas caralho! As LETRAS pelo menos ele conhece, né?
Quando comentei sobre o assunto com um colega, já meio em estado de pânico (não sabia se o arquivo final do outdoor já tinha saído ou não), o outro veio todo nervosinho querendo saber o que eu estava "cochichando". Cheguei e mostrei o problema e expus minha inquietude.
Muito rapidamente, ele desconversou e disse que "era de propósito". Que ele tinha visto, claro (claro!), mas que não tinha nada errado... Já que o livro seria como um "carimbo" que teria imprimido as letras nas caras das pessoas. ¬¬
Enfim... O arquivo era um layout, e até onde eu sei, nem chegou a sair. Menos mal.
Não sei o que é pior: fazer algo assim e não reparar, ou fazer ciente e achar que "não tem problema" os personagens saírem com tudo escrito ao contrário nos cornos, como se tivessem tirado foto no espelho para colocar no Orkut.
Pior que, diante da afirmativa "todos os meus movimentos são friamente calculados", eu não tive muita escolha exceto ser diplomática, e mandar uma disfarçada hipócrita ao estilo "ah tá... É que achei que podia ter mudado o padrão e eu teria que fazer tudo de novo, bla bla bla" (que não colou, claro. Caguei).
Tenho certeza de que essa minha sacada indiscreta foi uma das última gotinhas d'água necessárias para encher o copinho do paranóico, e convencê-lo de que a empresa era pequena demais para nós dois. Rs
Só me arrependo de não ter salvado o arquivo... A esta hora ele estaria no Photoshop Disasters. XD
Hehehehehe.
sábado, 18 de outubro de 2008
sábado, 4 de outubro de 2008
Quase
Por meros 30 cm, esta que vos fala talvez não estivesse mais aqui para contar a seguinte história:
Estava eu, ontem, trabalhando tranqüilamente, quando ouço um barulho e, meio segundo depois, algo cai ao meu lado e eu sinto um ventinho na parte de trás do meu cabelo.
Quando giro a cadeira para ver o que aconteceu, me deparo com uma placa de alumínio de revestimento do teto caída a 2cm do meu pé, e uma caixa de som de mais ou menos uns 4 kg espatifada no chão, logo atrás da minha cadeira.
Eu fiquei mais ou menos uns 10 minutos de queixo caído, olhando aquilo sem acreditar, enquanto meus colegas riam e achavam graça, e o carinha da manutenção veio cortar o fio que ficou pendurado e colocar a placa no lugar.
Como eu só quase morri, obviamente ninguém achou necessário dizer/fazer nada a respeito, e o assunto virou piada.
Ainda fui avisada que "isso já aconteceu antes, com outro cara", e que o cara tinha ficado "putão", e que todo mundo achou ele o maior babaca por causa disso. Afinal, não aconteceu "nada", certo?
Porque todo mundo sabe que só é "sério" quando alguém efetivamente morre. Claro.
Estava eu, ontem, trabalhando tranqüilamente, quando ouço um barulho e, meio segundo depois, algo cai ao meu lado e eu sinto um ventinho na parte de trás do meu cabelo.
Quando giro a cadeira para ver o que aconteceu, me deparo com uma placa de alumínio de revestimento do teto caída a 2cm do meu pé, e uma caixa de som de mais ou menos uns 4 kg espatifada no chão, logo atrás da minha cadeira.
Eu fiquei mais ou menos uns 10 minutos de queixo caído, olhando aquilo sem acreditar, enquanto meus colegas riam e achavam graça, e o carinha da manutenção veio cortar o fio que ficou pendurado e colocar a placa no lugar.
Como eu só quase morri, obviamente ninguém achou necessário dizer/fazer nada a respeito, e o assunto virou piada.
Ainda fui avisada que "isso já aconteceu antes, com outro cara", e que o cara tinha ficado "putão", e que todo mundo achou ele o maior babaca por causa disso. Afinal, não aconteceu "nada", certo?
Porque todo mundo sabe que só é "sério" quando alguém efetivamente morre. Claro.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Quero um tênis COMUM, caralho!
Enganada pelo sol no começo da manhã, eu, toda pimpona, fui trabalhar de tamanco. Meia hora depois de chegar no trabalho, meu frio no pé era tanto que, se alguém chegasse barganhando, talvez eu desse um braço por uma meia.
Hora de almoço. Puta da vida, resolvo ir ao shopping comprar um tênis. Já tava precisando de um, mesmo, e vinha enrolando.
Ando de loja em loja, e só encontro tênis pra mulher no estilo sapatilha (como se eu fosse usar algo com menos de 2 cm de sola), peças esdrúxulas com dourado, cor de abóbora radioativo e com solas cheias de buracos (impossível achar um tênis normal hoje em dia, tipo branco com detalhes em azul marinho), ou coisas azul (ou rosa) bebê.
Porra, vi um tênis da Puma, maneiro, meio "urban style", e tal... Vermelho e branco. De couro (outra raridade), não de plástico. Show. Fui pedir, era pra homem. Começava do número 39. "Tem esse aqui, que é o feminino", diz a vendedora. Rosa-bebê. Ou azul-bebê. De camurça, ainda por cima, que á pra encardir bem logo na primeira vez que usar.
É definitivo: mulheres não podem, de acordo com a indústria mundial de tênis, usar vermelho. Ou azul-marinho. A menos que essas cores venham combinadas com prateado, verde-limão e roxo - tudo no mesmo tênis - com solas transparentes e cheias de molas ou buracos.
Pois bem. Entrei na Centauro (ODEIO essa loja) e resolvi pedir o mais simples e barato que eu achei (não dou 500 pratas num tênis nem fudendo): Um Reebok de nylon, com o mínimo de detalhes de plástico possível, com o mínimo de prateado possível, com detalhes em azul marinho e um quase nada de lilás. A sola era transparente, mas bem pouco. E com buracos discretos (saudades dos solados de espuma, estilo tênis de corrida antigo). No final das contas, até que, com boa vontade, pode-se dizer que é bonitinho.
O carinha que tava me atendendo foi cagar, bater umazinha, sei lá. Sumiu (pra variar). Fui pedir ajuda a um outro vendedor que estava perto. Como eu não olho pra cara das pessoas (nunca sei quem é o "meu" vendedor), só vi que havia algo estranho quando o cara respondeu. Tinha síndrome de down.
Pensei “caralho, tinha que ser comigo. Tinha que ser hoje.” Mas aí, com uma pontada de culpa, eu pensei “porra, deixa de ser escrota e preconceituosa, né. Nego vai achar que vc é uma animal sem coração. Deixa o cara te atender. Seja paciente”. Expliquei o que eu queria, o carinha disse que ia pegar. Beleza.
Passam-se uns 15 minutos. Mais 5. Volta o cara, segurando o mesmo pé de tênis com que saiu: “Tem sim”.
“Tem sim, o quê?”, perguntei, cautelosa.
“Tem o tênis que a senhora quer, sim”.
Eu, muito calmamente, perguntei “ e por que vc não trouxe?”
Sem resposta.
Aí eu perdi minha paciência, virei as costas e fui procurar o cagão. Disse que tava com pressa. E as meninas do trabalho (2 foram me acompanhar) ficaram me olhando como se um fosse um monstro.
Apaporra, né. Depois eu que levo comida de rabo por chegar atrasada no trabalho, mas tenho que ser politicamente correta.
Nada contra empregar pessoas com deficiência, mas que isso não custe em qualidade de serviço ao cliente.
Resultado: comprei um tênis marromenos, gastei 200 contos, cheguei atrasada de volta no trabalho, e o tempo esquentou durante a tarde.
Taquiuspa.
Hora de almoço. Puta da vida, resolvo ir ao shopping comprar um tênis. Já tava precisando de um, mesmo, e vinha enrolando.
Ando de loja em loja, e só encontro tênis pra mulher no estilo sapatilha (como se eu fosse usar algo com menos de 2 cm de sola), peças esdrúxulas com dourado, cor de abóbora radioativo e com solas cheias de buracos (impossível achar um tênis normal hoje em dia, tipo branco com detalhes em azul marinho), ou coisas azul (ou rosa) bebê.
Porra, vi um tênis da Puma, maneiro, meio "urban style", e tal... Vermelho e branco. De couro (outra raridade), não de plástico. Show. Fui pedir, era pra homem. Começava do número 39. "Tem esse aqui, que é o feminino", diz a vendedora. Rosa-bebê. Ou azul-bebê. De camurça, ainda por cima, que á pra encardir bem logo na primeira vez que usar.
É definitivo: mulheres não podem, de acordo com a indústria mundial de tênis, usar vermelho. Ou azul-marinho. A menos que essas cores venham combinadas com prateado, verde-limão e roxo - tudo no mesmo tênis - com solas transparentes e cheias de molas ou buracos.
Pois bem. Entrei na Centauro (ODEIO essa loja) e resolvi pedir o mais simples e barato que eu achei (não dou 500 pratas num tênis nem fudendo): Um Reebok de nylon, com o mínimo de detalhes de plástico possível, com o mínimo de prateado possível, com detalhes em azul marinho e um quase nada de lilás. A sola era transparente, mas bem pouco. E com buracos discretos (saudades dos solados de espuma, estilo tênis de corrida antigo). No final das contas, até que, com boa vontade, pode-se dizer que é bonitinho.
O carinha que tava me atendendo foi cagar, bater umazinha, sei lá. Sumiu (pra variar). Fui pedir ajuda a um outro vendedor que estava perto. Como eu não olho pra cara das pessoas (nunca sei quem é o "meu" vendedor), só vi que havia algo estranho quando o cara respondeu. Tinha síndrome de down.
Pensei “caralho, tinha que ser comigo. Tinha que ser hoje.” Mas aí, com uma pontada de culpa, eu pensei “porra, deixa de ser escrota e preconceituosa, né. Nego vai achar que vc é uma animal sem coração. Deixa o cara te atender. Seja paciente”. Expliquei o que eu queria, o carinha disse que ia pegar. Beleza.
Passam-se uns 15 minutos. Mais 5. Volta o cara, segurando o mesmo pé de tênis com que saiu: “Tem sim”.
“Tem sim, o quê?”, perguntei, cautelosa.
“Tem o tênis que a senhora quer, sim”.
Eu, muito calmamente, perguntei “ e por que vc não trouxe?”
Sem resposta.
Aí eu perdi minha paciência, virei as costas e fui procurar o cagão. Disse que tava com pressa. E as meninas do trabalho (2 foram me acompanhar) ficaram me olhando como se um fosse um monstro.
Apaporra, né. Depois eu que levo comida de rabo por chegar atrasada no trabalho, mas tenho que ser politicamente correta.
Nada contra empregar pessoas com deficiência, mas que isso não custe em qualidade de serviço ao cliente.
Resultado: comprei um tênis marromenos, gastei 200 contos, cheguei atrasada de volta no trabalho, e o tempo esquentou durante a tarde.
Taquiuspa.
Por que eu não consigo achar um assim?
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Quem disse que mulher é difícil de agradar?
Uma tarde no salão retocando as luzes e tratando o cabelo, fazendo pé e mão e deixando em dia a depilação, deixa QUALQUER uma no topo do mundo.
:D
:D
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Processo na Babilônia
O rei assírio Assurbanípal entra com processo contra trovador local, compositor do hit popular "Assobia no meu pau".
Entre os demais sucessos do polêmico e irreverente músico, estão também "Escrita de Cuneiforme é Rola" e "Nabucodonosor não vai nada?".
Entre os demais sucessos do polêmico e irreverente músico, estão também "Escrita de Cuneiforme é Rola" e "Nabucodonosor não vai nada?".
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