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domingo, 18 de abril de 2010

Can you handle the truth?

O ser humano realmente se acha tão importante… Só mesmo uma espécie arrogante e iludida como a nossa pra achar que, depois de uma catástrofe que matou praticamente todos os animais e plantas, depois de trocentas eras glaciais, etc, a gente tem o poder de “acabar com o planeta”.

Enfim, eu poderia escrever aqui 2000 linhas sobre o que eu penso do assunto. E na verdade, sempre pensei em fazê-lo. Mas depois de debater no Orkut com alguns ingênuos e depois de conversar e trocar idéias ao vivo com gente que pensa como eu e vê a falta de lógica nesse alarmismo idiota que agora é moda, eu já considerava um tema explorado.

Às vezes eu tenho isso. Penso em coisas pra postar por aqui, mas deixo passar algum tempo e aí parece que perde um pouco o sentido, porque já refleti o suficiente sobre o assunto e pra mim ele já é old news.

Mas revi esse vídeo hoje e lembrei de como é bom. Como eu ri a primeira vez (e ri de novo agora) assistindo, pensando em como ele resumiu de forma clara e irônica exatamente o que eu penso. E que bom que o cara tem acesso a um bom público e faz as pessoas refeltirem um pouco e – mesmo que por alguns minutos – repensarem essa postura ridícula de self importance.

A gente sabe que depois a maioria vai recair, porque esse pensamento é reconfortante. Te dá um propósito nobre, em vez de mostrar a sua nulidade. Mas enfim.
Most people can’t handle the truth, já diria o Jack Nicholson.

sábado, 10 de abril de 2010

Não é humor negro… É?

Hoje, abrindo meu ovo de páscoa (vejam vcs, ganhei no sábado passado e fui abrir só hoje, uma semana depois. Tô orgulhosa de mim mesma), lembrei de um episódio deprimente, ocorrido há uns 20 e poucos anos atrás.

Tô eu no colégio, segunda-feira depois da semana santa. Olho pra menina que sentava à minha frente, que normalmente ia bem largadinha pra aula e penso “ih, Fulana hoje veio toda arrumadinha”.

O cabelo - que normalmente era desgrenhado - me chamou especialmente a atenção, pois estava preso num penteado elaborado. Daí que eu fui admirar e… Vi que a fita que prendia o cabelo da garota estava estampada com logos da Garoto. Ou seja, era a fita do ovo de páscoa que ela tinha ganhado. Putz.

Daí eu pergunto… PRECISAVA?

Tsc.

sábado, 6 de março de 2010

Well well well

As pessoas têm certas necessidades que eu acho muito esquisitas. Até posso entender a curiosidade, a vontade de caçar fofocas, etc. É mesquinho, mas é normal.
Mas a necessidade de fazer contato – mesmo que indireto – e de se fazer notar por alguém que te despreza e nem lembra que vc existe?

O que será que leva alguém a precisar disso? Culpa, consicência pesada? Busca por absolvição?
Será que ouvir de um completo desconhecido (ou um antigo conhecido) um “Ahm… Oi, tudo bem?” motivado puramente por educação, faz a pessoa achar que o que ela fez talvez não tenha sido tão ruim assim?
Deve ser muito insatisfatório ter que buscar essa expiação em pequenos contatos insignificantes com estranhos.

Por mais que a pessoa minta para si mesma, no fundo ela SABE que isso não absolve nada, não acalma consciência nenhuma, não reescreve a história. Ela vai sempre sentir aquela dorzinha e, de vez em quando, quando a dorzinha cutucar um pouco mais, ela vai tentar de novo. E vai ganhar uma mentirinha branca, um “como vai” polido, e nesse dia talvez ela durma melhor. Até começar tudo de novo…

Certas rupturas são mesmo pra SEMPRE. Só quem é maduro consegue aceitar esse fato e viver bem com ele. E só quem é honrado consegue cumprir suas obrigações e manter sua palavra, mesmo quando isso não é agradável.
Quem não amadurece, passa a vida mentindo pra si mesmo e buscando atalhos milagrosos. Tão triste quanto verdadeiro.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Da etiqueta das orgias romanas

quadro

Viver em sociedade é relativamente complicado/trabalhoso, certo? Vc tem que seguir certas regras, ser um tanto hipócrita, político, etc. Tem que ser solícito com o chefe, simpático com os vizinhos, não descontar o mau humor na família… Essas coisas.

Daí que outro dia estava eu aqui pensando (pensamentos cretinos SEMPRE me ocorrem durante o banho): como era essa questão da etiqueta durante as orgias romanas???? Puta troço delicado, hein?

Quando um ou outro punheteiro sonhador lê a palavra “orgia”, já se anima todo, acha o maior barato e se imagina no meio de 5 gostosas dividindo seu membro a tapas. Mas a verdade (imagino eu) é que o troço deve ser um pouco mais complicado.

Vamos considerar, para fins de argumentação, que para os membros da alta sociedade romana as orgias fossem uma atividade social corriqueira (eu vi Calígula e era assim, ok?).
É uma reuniãozinha íntima, mas nada do que se envergonhar – afinal, todo mundo faz. Vc chama os amigos, uns colegas de trabalho, de repente até uns primos. Beleza.

Obviamente, é preciso ter as instalações necessárias. Galera vai ter que transar em camas, sofás, divãs, colchões, ou algo assim. Mesmo que seja no chão (aí já começou a ficar meio esculhambado, mas tudo bem), são necessários no mínimo uns lençóis bacanas, né? E precisa ter espaço.
E comida. Porque vou te contar, esse povo comia, viu. Mesmo em meio à fudelança, tinha que rolar um banquete e tals.

mesa

Agora imagina a pobre da anfitriã romana, coitada, cuidando dos preparativos da suruba. Tem que mandar matar os leitões e comprar frutas frescas, polir a prataria, supervisionar a arrumação do cômodo com tapeçarias e lençois limpos e fartos, chamar escravos extras, dar um briefing pra cada um sobre seus afazeres (quem vai servir comida, quem vai abanar os convidados, etc), providenciar um lugar pros convidados deixarem as roupas e sapatos, etc. São muitos detalhes!

Na minha imaginação, a orgia era uma reuniãozinha normal, saca? Mais ou menos como… Sei lá, um poker na casa de amigos. Fico imaginando o marido chegando em casa e dizendo:
_  Querida, chamei um pessoal pra vir aqui amanhã, tudo bem?
E a esposa surtando:
_ Mas de novo? Por que é SEMPRE aqui em casa? E vc me avisa em cima da hora, Lucius Flavius? Sabe que eu tenho que bater os tapetes, mandar as crianças pra casa da mamãe… E eu acabei de dar o fim de semana de folga pro eunuco! Podia me avisar com antecedência, né?
Enfim.

Daí eu pulo pra parte dos convidados chegando, socializando, até a farra começar. As apresentações, aquelas conversas de quem não se conhece e fica só fazendo sala, sabe?
_ Vc é amigo do Fulano há muito tempo?
_ Ah sim, nós éramos da equipe de Luta Romana no colégio. E vc?
_ Nos conhecemos outro dia, em uma orgia na casa da Fulana.
_ Pô, legal!
_ …

Imagino também aquela coisa típica de começo de festa… Sabe quando todo mundo fica esperando pra alguém começar a dançar, porque ninguém quer ser o primeiro? Então. Meio constrangedor e tal. Até que alguém finalmente começa a sacanagem, e o resto vai atrás, né.

Uma vez começado o bacanal, a coisa fica ainda mais complicada. Pensa só no mundo de coisas que podem dar errado:

1. Tá todo mundo lá, maior zona e tal, mó galera se deu bem com as vagabundas ninfetas bonitas. Aí chega a dona da casa que é a maior baranga, tirando o carinha pra… Er… Copular. O cara vai fazer o quê? Dizer “valeu, tia, mas eu tô na de fora”? Porra, é muita desfeita! Tá fudido, vai ter que encarar, não vai ter jeito.

2. E se alguém broxar lá no meio? Humilhação pública. Não é algo que vá ficar entre quatro paredes, todo mundo vai saber quem é o broxa. Lamentável, e provavelmente o fim da vida social surubística do indivíduo.

3. Caras de pinto pequeno provavelmente não participavam de bacanais. Ou se privavam desse prazer coletivo, ou provavelmente tinham que aturar as gozações, apelidos e comparações. Dignidade zero.

4. Há ainda a questão da higiene. A gente pode até supor que bom senso seria o suficiente para evitar situações desagradáveis, mas vai saber, né. Nem vou elaborar o tema porque… Ew.

E, por último, resta a tarefa de arrumar a casa, né? Todo mundo que imagina a orgia, acha que no final é só botar a roupa e ir pra casa.
Mas e pros anfitriões, como fica? Resta botar ordem na zona, coitados. Mandar lavar lençóis (ew²), toalhas, guardar as sobras… Sendo que naquela época não tinha lava-roupas nem geladeira.

Não devia ser mole não.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

2009

Mais uma virada, mais um ano, blá blá blá.

Não que eu ache que passar da meia noite de um 31 de dezembro faça alguma diferença cósmica e existencial, ou que essa passagem seja algo que mude a nossa vida e nossas experiências... Mas não deixa de ser um marco simbólico para renovar os planos, fazer uma avaliação, etc.

Apesar de saber que não muda nada e achar deveras babaca criar expectativas baseadas apenas numa mudança de data, é meio difícil não se deixar influenciar pela tradição de "Ano Novo, vida nova".

Eu gosto bastante da minha vida com ela é, mas isso não quer dizer que não possa melhorar. E, muito contrariada, me pego fazendo resoluções de Ano Novo.

Contrariada não pelas resoluções em si, mas por cair no vício de fazê-las na passagem de ano. Fico com aquela impressão de "começo a dieta na segunda"...

sábado, 4 de outubro de 2008

Quase

Por meros 30 cm, esta que vos fala talvez não estivesse mais aqui para contar a seguinte história:

Estava eu, ontem, trabalhando tranqüilamente, quando ouço um barulho e, meio segundo depois, algo cai ao meu lado e eu sinto um ventinho na parte de trás do meu cabelo.

Quando giro a cadeira para ver o que aconteceu, me deparo com uma placa de alumínio de revestimento do teto caída a 2cm do meu pé, e uma caixa de som de mais ou menos uns 4 kg espatifada no chão, logo atrás da minha cadeira.

Eu fiquei mais ou menos uns 10 minutos de queixo caído, olhando aquilo sem acreditar, enquanto meus colegas riam e achavam graça, e o carinha da manutenção veio cortar o fio que ficou pendurado e colocar a placa no lugar.

Como eu só quase morri, obviamente ninguém achou necessário dizer/fazer nada a respeito, e o assunto virou piada.
Ainda fui avisada que "isso já aconteceu antes, com outro cara", e que o cara tinha ficado "putão", e que todo mundo achou ele o maior babaca por causa disso. Afinal, não aconteceu "nada", certo?

Porque todo mundo sabe que só é "sério" quando alguém efetivamente morre. Claro.

domingo, 10 de agosto de 2008

Placa

Chegando em Teresópolis (cidade serrana do Rio), damos de cara com a seguinte placa:

Não insista.
Reduza.

"Não insista"? Como assim??? Que tipo de placa é essa? Fico imaginando as próximas... "Já disse que não". E a última: "Não avisei?"

:D

sábado, 26 de julho de 2008

Miséria Animal X Miséria Humana

Em qualquer lugar, toda vez que surge o assunto de animais carentes, tortura animal, etc, vem alguém politicamente correto lembrar das criancinhas carentes e esfomeadas do Ziguinistão, e como o dinheiro que vc gasta no biscoitinho do seu cachorro poderia ajudar algumas dessas crianças.

Na boa, eu não concordo nem entendo esse paralelo com pessoas, a cada vez que se fala de maus tratos animais.

A miséria animal me sensibiliza. A humana também, mas BEM menos. Mas parece que isso é um pecado horrível, e que se vc se interessa por um lado, automaticamente tem que se interessar de forma igual pelo outro. Ora caralhos... Por quê?

Tá, pessoas sofrem, e animais sofrem. Beleza. Mas tem vezes que a gente está tratando de um assunto, e não de outro. São 2 problemas diferentes, que não precisam ser discutidos juntos.
Mesmo porquê, nem têm a mesma solução.

Eu não vejo, por exemplo, ninguém criando criancinhas em jaulas de laboratório, usando-as para pesquisas - que na verdade consistem em torturas - a vida inteira. Indiferença com a própria espécie é bem diferente de uma crueldade ativa e voluntária com espécies diferentes. Até moral e eticamente, a discussão é outra.

Não é porque tá faltando água em casa, que eu não preciso trocar as lâmpadas queimadas e ficar no escuro. Dá pra fazer as duas coisas.

E pra quem levanta a bandeirinha de que, se uma pessoa faz algo por um animal abandonado, ela é isso ou aquilo, porque deveria ajudar as crianças em vez de ajudar os bichos: uma coisa não tem NADA a ver com a outra. Ninguém é obrigado a fazer TUDO. Dá muito bem pra quem gosta de bicho ajudar bicho, e quem gosta de gente ajudar gente. Se todo mundo fizesse isso, em pouco tempo ninguém mais precisaria de ajuda.

Tem gente que tem mais empatia por pessoas, e tem gente que tem mais empatia por animais. Normal, foda-se. O planeta tem 6 bilhões de pessoas. Se, em vez de um criticar alguém que escolhe ajudar um animal, o crítico fosse ajudar uma criança, o mundo teria jeito.

Eu, por exemplo, não tenho a menor afinidade por gente. Me sensibilizo muito mais com o sofrimento de espécies indefesas que são dominadas, torturadas e agredidas por nós. O azar delas foi ter caído no mesmo mundo dessa coisa escrota que é o ser humano.
Agora, vou ter peninha de uma espécie como a nossa, que só faz fuder tudo em que põe a mão, e por onde passa? Que agride e maltrata até os próprios? Fala sério. Raça podre a nossa. Se a humanidade acabar, o mundo melhora.

Eu posso entender críticas a quem piora uma situação, ou a quem passa pela vida cagando um monte pra tudo e não faz nada.
Mas nunca, NUNCA vou entender críticas a quem faz algo para ajudar, só porque a pessoa não está ajudando àquele que preferimos.

Por incrível que pareça, tem gente que se especializa nisso. Em vez de se concentrar em unir esforços, ou em quem não contribui de forma alguma, a pessoa critica quem está ajudando como pode - ou, por que não? - como QUER (já que ajuda é algo voluntário).

Gente que diz "vc deveria estar ajudando uma criança, em vez de um animal", não merece o mínimo respeito da minha parte. Ao pensar assim, automaticamente ela cai no rol de coisas que eu acho desprezíveis. Quem é essa pessoa para criticar QUALQUER forma de contribuição, e ainda dizer a quem eu tenho que ajudar ou não?

Já me criticaram por dar brinquedos "fúteis" e petiscos caros à minha cachorrinha. Ora, que vão tomar no cu. É meu direito, e não é errado. Não está escrito em lugar nenhum que seres humanos valham mais que animais, ou mereçam mais atenção.
Cada um cuida daquilo que ama e valoriza. Eu, com certeza, valorizo muito mais minha cachorrinha, por exemplo, do que uma criancinha que a mãe leva todo dia ao cruzamento para pedir esmola no sinal. Entre uma e outra, eu não pensava 2 vezes. A primeira eu amo, a segunda eu não conheço. E àqueles que eu amo, eu dou do bom e do melhor, dentro das minhas possibilidades. Afinal, não estou tirando nada de ninguém.

Olha a bosta que eu tive que ler outro dia:

"Mas eu acho que uma pessoa que trata um cachorro como gente, que gasta uma fortuna com tratamentos de beleza, roupinhas fúteis, e coisas do gênero, poderia usar êsse dinheiro para ajudar uma instituição que cuida de crianças carentes."

Pra mim, isso é equivalente a dizer QUALQUER coisa. Tipo:
"acho que, em vez de gastar dinheiro em cinema, bebida, acessórios e luxos fúteis, as pessoas poderiam ajudar uma instituição de crianças carentes."

De novo: não sei porque a relação entre os animais e as pessoas. Não sei porque a futilidade de encher a cara no barzinho no fim de semana, só pra mijar tudo depois, não é lembrada na hora dos conselhos para cortar gastos inúteis e reverter a quantia poupada para crianças carentes.

Como disse, tem gente que não faz nada. Se um paparicasse o seu cãozinho, e outro dedicasse a mesma energia em prol de uma (ou mais, tanto faz) criança ou pessoa carente, o mundo não teria nem animais, nem pessoas em situação tão precária.

Mas, normalmente, quem mais dá pitaco, é quem menos faz.

sábado, 5 de julho de 2008

O Mac. Ah, o Mac.


Sempre ouvi dizer que Mac era muito melhor que PC, porque Mac não trava. Não dá problema. Não engasga. É mais rápido. E lero-lero, lero-lero.

Pois bem... Eu, que nunca na minha vidinha micreira tive problemas com o Windows XP, só não fico puta quando meu iMac (novinho em folha) do trabalho dá piti, porque rio por dentro, lembrando das loas tecidas a tão instável e supervalorizada máquina.

Pra começar, eu começo meu dia dando OK e fechando várias janelinhas de avisos de conflito com os diversos tipos de fonte Helvetica instaladas no computador. Isso porque eu não consigo nem desinstalá-las, nem fazê-las funcionar. Vale ressaltar que a Helvetica é uma fonte do sistema do Mac. Então é mais ou menos como o Windows ter xilique por causa da Arial. Alguém já viu algo assim? Não? Pois é. Comprem um Mac, e vejam.

Outra coisa "legal" é o piti do Photoshop original. Cada vez que eu abro um arquivo (mesmo que este tenha sido criado no meu próprio computador, 1 minuto antes), ele diz que as fontes utilizadas não estão disponíveis e que ele vai ter que rasterizar o layer e transformar a fonte em bitmap para prosseguir.
No começo eu me assustei (principlamente porque trabalhamos com arquivos de vários tamanhos, e é impossível fazer um arquivo de boa qualidade aumentando uma fonte rasterizada), mas aí vi que era um bug idiota. Ele avisa que a fonte não está lá, mas ela está. Vc manda ele substituir por outra fonte, e entra a mesma no lugar.
Detalhe: é a mesma versão do Photoshop que eu uso em casa, no PC. Aqui nunca deu problema. A diferença é que lá foi o carinha da Adobe que instalou.

Por causa do problema da fonte e algumas travadas (aquela bolinha colorida, altamente irritante, fica rodando eternamente), eu tenho que reiniciar meu Mac umas 2 vezes por dia, no mínimo. Aqui, meu PC tá ligado direto há uns 2 meses.

Em 2 episódios diferentes, o CD Rom (que é suuuuuper lerdo) engoliu o CD e não quis devolver (não tem botãozinho de eject... Nem mesmo aquele furinho pra espetar com um alfinete). Foi preciso reiniciar.

O teclado tem, com certeza, a configuração de acentuação mais idiota que eu já vi. Para fazer acento agudo, por exemplo, vc tem que pressionar option + E, e então teclar a letra que vc quer acentuar. Acento circunflexo é option + I. Til é option + N. E por aí vai. Não sei porque o teclado tem tem teclas de til e acentos. Acho que é para desenhar em ASC II.
Ah, uma coisa que vale mencionar: a acentuação não funciona se vc estiver com o Caps Lock ligado. Então vc tem que fazer assim: digita tudo segurando o shift, ou liga o Caps Lock, e desliga quando for acentuar uma letra.

Os atalhos também são estúpidos. Tudo que vc faz de forma fácil no PC, no Mac é mais complicado e precisa de uma tecla a mais.
Exemplo: no Flash, no PC, o F9 abre a janela de Actions. No Mac, vc precisa apertar o option + F9.
Pra tirar um print da tela, no PC vc aperta "printscreen". No Mac, vc tem que apertar command + shift + 4 (por tudo que eu vi, bem que podia ser apertar o til. Pelo menos a tecla teria uma utilidade).

Ah: o teclado do Mac tem o shift, normal. O "command" é o nosso "control", e o "option" é o nosso "alt". O "control" do Mac é, na verdade, o botão direito do mouse, de que eles dizem que não precisam. Não precisam no mouse, né? Porque o jogaram para o teclado. Decisão idiota, se vc me perguntar. Mas o Steve Jobs deve saber mais que eu.

Para terminar, o monitor do Mac é bonitinho, mas ordinário. O meu Samsung de 700 pratas aqui dá banho. Melhor definição, melhor contraste, e melhor calibração de cor.

Como ponto positivo, eu diria que o Mac é bem bonitinho. Apesar de sujar bastante.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

As pessoas são muito engraçadas

Ou seria melhor dizer "patéticas"? "Ridículas"? Bem, tanto faz. O fato é que a interação pelo Orkut evidencia ainda mais isso.

Tem uma mulher aí que tinha cismado que eu era fake do Leandro, rsrs.
A última dela agora é que eu pareço "nova demais" pra ter a idade que eu tenho, então ela fica postando perguntinhas capciosas sobre certos eventos e datas, na esperança de me pegar em alguma contradição, kkkkk.

Claro que podia colocar uma foto minha com o Leandro e acabar com a história do fake (isso porque ele é burra o suficiente, coitada, para notar que eu posto ao mesmo tempo que ele em vários tópicos diferentes e ainda assim não ver que é impossível fazer isso sendo uma pessoa só).
Mas que graça teria? :P

Eu tenho que rir... hehehe.

sábado, 10 de novembro de 2007

Not yet

Outro dia eu estava no Stand Center, e passei por uma loja de biquínis. Dei uma olhada, tinha uns modelos desses mais comportados, grandinhos e tal. Achei que seria uma boa dar uma olhada.

*pausa para me chutar e me xingar de burra 3 vezes, perguntando "o que vc estava pensando?"*

Experimentei um biquíni, olhei no espelho e tive um mini ataque histérico.
Ok, ainda não está na hora. Afinal o último biquíni que eu usei, eu estava com uns 10 kg a menos. Mas é foda... Mesmo que eu emagreça o tanto que eu quero, sei que o meu corpo não vai voltar ao que era antes.

Bem, foda-se. Pelo menos outro dia me deram 12 anos a menos (tudo bem que a pessoa devia ser vesga, mas ainda assim, conta). E, por tudo que eu sei, é mais fácil consertar o corpo do que a cara.
O corpo, pelo menos, dá para a gente melhorar com malhação (sure), fazer plástica (sure [2]) ou disfarçar (de todas as técnicas, a mais acessível).
Quem tem a cara caída, só na faca mesmo (e isso vai ter que me servir de consolo).

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Caridade não é pra qualquer um

E com essa frase, não me refiro apenas a quem recebe a caridade.

Odeio gente que adora arrotar que ajuda os outros. Que faz disso uma bandeira e usa isso como forma de se mostrar (ou, pelo menos, se sentir) superior aos outros, como se fosse mais nobre ou digno.

Como já dizia minha finada e adorada avó:

_ A gente deve ajudar os outros de forma discreta. Primeiro, porque é indelicadeza e falta de respeito expor a pessoa que ajudamos. Segundo, que se gabar por algo assim é de uma vaidade muito deselegante.

Sempre desconfio de alguém que sai alardeando o quanto "ajuda" os outros... Me parece autopromoção.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Curtas

  • Hoje cedo dei uma passada na padaria. No balcão, pedi à atendente 3 pães. Enqüanto ela pesava o pão, eu dava uma olhada nas guloseimas, planejando me sentir miserável por estar de regime e não poder degustar nenhuma delas.
    Foi aí que eu vi: MURFY.
    Por uma fração de segundo, meu cérebro foi desnorteado e eu não entendi. Foi então que olhando o bolinho, caiu a ficha: era um MUFFIN.

  • Eu vi o SYLAR hoje na alameda Santos. Juro.

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Jeitos curiosos de morrer

Estava zanzando pela Wikipedia, não me lembro mais porque. Em cada assunto eles destacam alguns links, que te levam a assuntos relacionados. E vc vai clicando, clicando, até se perder...
Enfim, acabei numa página que lista várias mortes estranhas, desde a antigüidade. Tem umas muito engraçadas, outras muito loucas, outras macabras. Vou colar algumas delas aqui.


207 BC: Chrysippus, a Greek stoic philosopher, is believed to have died of laughter after watching his drunken donkey attempt to eat figs. (hehe)

1327: Edward II of England, after being deposed and imprisoned by his Queen consort Isabella and her lover Roger Mortimer, was rumored to have been murdered by having a red-hot iron inserted into his anus. (cara, alguma coisa de muito ruim ele deve ter feito para ela!)

1559: King Henry II of France was killed during a stunt knight's jousting match, when his helmet's soft golden grille gave way to a broken lancetip which pierced his eye and entered his brain. (vai fazer elmo fashion, de ouro, dá nisso)

1671: François Vatel, chef to Louis XIV, committed suicide because his seafood order was late and he couldn't stand the shame of a postponed meal. His body was discovered by an aide, sent to tell him of the arrival of the fish. (precipitou-se, o rapaz. Mas também, já pensou ficar na mira do Luís XIV? Melhor se matar mesmo)

1923: Frank Hayes, jockey, suffered a heart attack during a horse race. The horse, Sweet Kiss, went on to finish first, making Hayes the only deceased jockey to win a race. (ou seja, as corridas podiam muito bem ser apenas com os cavalos)

1834: David Douglas, Scottish botanist, fell into a pit trap accompanied by a bull. He was mauled and possibly crushed. (sem comentários)

1943: Critic Alexander Woollcott suffered a fatal heart attack during an on-air discussion about Adolf Hitler. (se um dia eu tiver um ataque cardíaco, já se sabe: ou foi minha mãe ou o Leandro)

1960: Baritone Leonard Warren collapsed on the stage of the New York Metropolitan Opera of a major stroke during a performance of La forza del destino. The last line he sang was "¿Morir? Tremenda cosa." (foi tirar barato...)

1990: George Allen, an American football coach, died a month after some of his players gave him a Gatorade Shower following a victory (as it is tradition in American Football). Some argue this resulted in pneumonia. (eu acho que deve ter sido a quantidade de corante)

2005: Kenneth Pinyan of Seattle died of acute peritonitis after submitting to anal intercourse with a stallion in the town of Enumclaw, Washington. Pinyan had done this before, and he delayed his visit to the hospital for several hours out of reluctance for official cognizance. The case led to the criminalization of bestiality in Washington. His story was recounted in the 2007 documentary film Zoo. (esse se fudeu, literal e figurativamente. Morrer dessa forma indigna e ainda ter o fato eternizado em documentário... Putz. Eu me matava. Ahn, peraí...)

2005: 28-year-old Korean video game addict Lee Seung Seop collapsed in an Internet cafe after playing Starcraft for almost 50 consecutive hours. (viu? Videogame faz mal mesmo!)

2006: Mariesa Weber, a 5'3" Florida woman, fell behind a 6' tall bookcase in her family's home and suffocated. She was not discovered for 11 days; her family thought she had been kidnapped. (uma vez eu soube de um caso de uma família que perdeu um hamster assim. Eles descobriram o cadáver embaixo da geladeira 3 dias depois. Por causa do FEDOR. Helloooo-oooo, gente porca!)

2007: Jennifer Strange, a 28-year-old woman from Sacramento, died of water intoxication while trying to win a Nintendo Wii in a KDND 107.9 "The End" radio station's "Hold Your Wee for a Wii" contest, which involved drinking large quantities of water without urinating. (viu? Videogame faz mal mesmo! [2])

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Labuta

Putz, 4:15 da manhã e eu aqui, trabalhando. Tenho que acordar às 6. Faço isso porque prefiro perder a noite de quinta para sexta do que perder a noite de sexta, ou o sábado e o domingo.

Não me lembro de já ter ralado tanto pra ganhar uma ninharia dessas, rs. Bem, quem mandou errar a mão no orçamento? Culpa minha mesmo, agora tô aí fazendo site praticamente pela metade do que eu deveria ter cobrado. Oh well, serve de aprendizado para a próxima vez.

Anyway, saiu barato mas também a liberdade é total. O cara fala amém para tudo que eu mostro, realmente é um cliente que está satisfeito com o trabalho (pelo menos até agora...). Um pouquinho enrolado para entregar o material (como quase todos, aliás), mas paga em dia. Por enquanto, o saldo da experiência está positivo.

Alguns prints do que tenho pronto até agora:




sexta-feira, 30 de março de 2007

Texto de verificação

Retirando o texto de verificação das postagens. Apesar de chato, o recurso afastava os spammers.
Vamos ver se eles permanecem afastados.

domingo, 25 de março de 2007

Regininha Poltergeist

Ainda no assunto putaria, a última ex-celebridade a se render à indústria pornô para garantir uns trocados, é Regininha Poltergeist.

No mesmo canal do tal "documentário" descrito no post anterior, ela pareceu dando uma rápida entrevista a respeito de sua nova carreira.

A moça é bonitinha e tal, não sei se leva jeito pra coisa (pode até ser que sim), mas... Parece meio retardada. Ela levava vários segundos calada, após a pergunta, até começar a responder. Falava muito devagar, não conseguia ser clara na resposta ou concluir um pensamento.

Para o bem dela, espero que ela tenha mais talento para "atuar" do que se comunicar.

sexta-feira, 9 de março de 2007

Roma

Acabei de assistir, em DVD, a primeira temporada de Roma, da HBO.

Os figurinos e cenários são maravilhosos, e a série mostra uma visão diferente das que eu vi até então em filmes sobre o assunto.

Alguns personagens interessantes:

  • Lucius Vorenus é uma espécie de Jack Bauer de Roma.
  • Titus Pullo é uma espécie de Forrest Gump.

PS: Fiquei, em vão, esperando César falar "até tu, Brutus?"!!! :-(

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

CTU da mãe Joana

Eu não assistia 24 Horas até conhecer o Le. Ele gosta, e resolveu me apresentar a série. Não foi difícil, uma vez que ele tinhas as 3 primeiras temporadas em DVD.
Não achei assim naaaaaaaaaaaada de excepcional, mas até que é legalzinha. E distrai, que é o que interessa. Depois de um breve intervalo, acabamos alugando a 4a temporada e agora a 5a, na Blockbuster.

O interessante da série (na minha opinião) é ver como as coisas acontecem dentro da CTU - a Unidade Contra-Terrorismo (ou Anti-Terrorismo, sei lá).

A série mostra a agência da CTU de Los Angeles, e um dia na vida do agente mega-fodão Jack Bauer, enquanto ele - só ele - salva os EUA, e às vezes o mundo.


Algumas coisas que vc pode contar de ver em uma temporada de 24 Horas:

- O Jack Bauer não vai obedecer às ordens, sejam elas do diretor da CTU, do presidente, ou de quem quer que seja. Ele é macho pra caralho e macho que é macho não recebe ordem, mesmo que ganhe para isso.

- Obviamente, ele estará agindo ilegalmente e terá sua prisão decretada.

- Enquanto ele está foragido, alguém da CTU (99% de chance de ser a Chloe) irá ajudá-lo clandestinamente, com os recursos da própria agência. Mas ninguém vai descobrir, porque ninguém até hoje grampeou o telefone da mesa da Chloe. Por isso ela e o Jack se falam livremente e fazem de idiotas todos os altos funcionários do governo americano.

- Eventualmente, os chefes suspeitam que alguém da CTU está fazendo merda e mandam tal pessoa para a sala de interrogatório. A pessoa fica lá por alguns capítulos, até que é chamada de volta por um de dois motivos:
1. ou fica esclarecido que foi um engano
2. ou só aquela pessoa pode, teclando compulsivamente, fazer mágica no computador para tentar paralisar a ameaça terrorista.

- Sempre que o Jack está para capturar alguém que tem informações de extrema importância, essa pessoa morre. Sem dizer o que sabia, claro.

- Toda vez que algum terrorista é capturado e torturado, a tortura não adianta nada. O torturador da CTU nunca - repito nunca - obteve sucesso. Não sei como ele ainda tem emprego.

- Todo capítulo, algum pulha ganha imunidade total em troca de uma informação meia-boca. Algumas vezes, a informação nem dá em nada (esta observação está diretamente relacionada à anterior).

- Ninguém ferido é levado a um hospital. Todos são levados à unidade médica da CTU, que tem uns 2 médicos e umas 2 enfermeiras. Se dois pacientes tiverem que ser atendidos simultaneamente, um deles provavelmente irá morrer.

- E sempre (sempre!) há algum espião infiltrado na CTU. Certamente o processo de seleção deles não é lá grandes coisas.