sábado, 4 de outubro de 2008

Quase

Por meros 30 cm, esta que vos fala talvez não estivesse mais aqui para contar a seguinte história:

Estava eu, ontem, trabalhando tranqüilamente, quando ouço um barulho e, meio segundo depois, algo cai ao meu lado e eu sinto um ventinho na parte de trás do meu cabelo.

Quando giro a cadeira para ver o que aconteceu, me deparo com uma placa de alumínio de revestimento do teto caída a 2cm do meu pé, e uma caixa de som de mais ou menos uns 4 kg espatifada no chão, logo atrás da minha cadeira.

Eu fiquei mais ou menos uns 10 minutos de queixo caído, olhando aquilo sem acreditar, enquanto meus colegas riam e achavam graça, e o carinha da manutenção veio cortar o fio que ficou pendurado e colocar a placa no lugar.

Como eu só quase morri, obviamente ninguém achou necessário dizer/fazer nada a respeito, e o assunto virou piada.
Ainda fui avisada que "isso já aconteceu antes, com outro cara", e que o cara tinha ficado "putão", e que todo mundo achou ele o maior babaca por causa disso. Afinal, não aconteceu "nada", certo?

Porque todo mundo sabe que só é "sério" quando alguém efetivamente morre. Claro.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Eu, ao longo dos anos.

Hahahahaha, adorei isso.
XD

Quem quiser fazer o seu, é só clicar aqui.




Clique na foto para ver maior.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Quero um tênis COMUM, caralho!

Enganada pelo sol no começo da manhã, eu, toda pimpona, fui trabalhar de tamanco. Meia hora depois de chegar no trabalho, meu frio no pé era tanto que, se alguém chegasse barganhando, talvez eu desse um braço por uma meia.

Hora de almoço. Puta da vida, resolvo ir ao shopping comprar um tênis. Já tava precisando de um, mesmo, e vinha enrolando.

Ando de loja em loja, e só encontro tênis pra mulher no estilo sapatilha (como se eu fosse usar algo com menos de 2 cm de sola), peças esdrúxulas com dourado, cor de abóbora radioativo e com solas cheias de buracos (impossível achar um tênis normal hoje em dia, tipo branco com detalhes em azul marinho), ou coisas azul (ou rosa) bebê.

Porra, vi um tênis da Puma, maneiro, meio "urban style", e tal... Vermelho e branco. De couro (outra raridade), não de plástico. Show. Fui pedir, era pra homem. Começava do número 39. "Tem esse aqui, que é o feminino", diz a vendedora. Rosa-bebê. Ou azul-bebê. De camurça, ainda por cima, que á pra encardir bem logo na primeira vez que usar.

É definitivo: mulheres não podem, de acordo com a indústria mundial de tênis, usar vermelho. Ou azul-marinho. A menos que essas cores venham combinadas com prateado, verde-limão e roxo - tudo no mesmo tênis - com solas transparentes e cheias de molas ou buracos.

Pois bem. Entrei na Centauro (ODEIO essa loja) e resolvi pedir o mais simples e barato que eu achei (não dou 500 pratas num tênis nem fudendo): Um Reebok de nylon, com o mínimo de detalhes de plástico possível, com o mínimo de prateado possível, com detalhes em azul marinho e um quase nada de lilás. A sola era transparente, mas bem pouco. E com buracos discretos (saudades dos solados de espuma, estilo tênis de corrida antigo). No final das contas, até que, com boa vontade, pode-se dizer que é bonitinho.

O carinha que tava me atendendo foi cagar, bater umazinha, sei lá. Sumiu (pra variar). Fui pedir ajuda a um outro vendedor que estava perto. Como eu não olho pra cara das pessoas (nunca sei quem é o "meu" vendedor), só vi que havia algo estranho quando o cara respondeu. Tinha síndrome de down.

Pensei “caralho, tinha que ser comigo. Tinha que ser hoje.” Mas aí, com uma pontada de culpa, eu pensei “porra, deixa de ser escrota e preconceituosa, né. Nego vai achar que vc é uma animal sem coração. Deixa o cara te atender. Seja paciente”. Expliquei o que eu queria, o carinha disse que ia pegar. Beleza.

Passam-se uns 15 minutos. Mais 5. Volta o cara, segurando o mesmo pé de tênis com que saiu: “Tem sim”.
“Tem sim, o quê?”, perguntei, cautelosa.
“Tem o tênis que a senhora quer, sim”.
Eu, muito calmamente, perguntei “ e por que vc não trouxe?”
Sem resposta.

Aí eu perdi minha paciência, virei as costas e fui procurar o cagão. Disse que tava com pressa. E as meninas do trabalho (2 foram me acompanhar) ficaram me olhando como se um fosse um monstro.

Apaporra, né. Depois eu que levo comida de rabo por chegar atrasada no trabalho, mas tenho que ser politicamente correta.
Nada contra empregar pessoas com deficiência, mas que isso não custe em qualidade de serviço ao cliente.

Resultado: comprei um tênis marromenos, gastei 200 contos, cheguei atrasada de volta no trabalho, e o tempo esquentou durante a tarde.

Taquiuspa.





Por que eu não consigo achar um assim?


segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Quem disse que mulher é difícil de agradar?

Uma tarde no salão retocando as luzes e tratando o cabelo, fazendo pé e mão e deixando em dia a depilação, deixa QUALQUER uma no topo do mundo.

:D

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Processo na Babilônia

O rei assírio Assurbanípal entra com processo contra trovador local, compositor do hit popular "Assobia no meu pau".

Entre os demais sucessos do polêmico e irreverente músico, estão também "Escrita de Cuneiforme é Rola" e "Nabucodonosor não vai nada?".

domingo, 24 de agosto de 2008

Pobre é uma merda

Hoje eu recebi mais ou menos umas 18 ligações, em um espaço de 10 minutos, de algum filho da puta lá do interior da Bahia (sente o drama... DDD 77) - LÓGICO - a cobrar. Claro que eu nunca esperaria que uma ligação de um DDD 77, de um número que obviamente eu não conheço, não fosse a cobrar.

O mais legal é que o cara leva 18 desligadas na cara, e é incapaz de entender que NÃO VAI ROLAR. Ele tá ligando a cobrar, depende do cara do outro lado atender e concordar em aceitar a ligação. Ele é negado 18 vezes, mas ainda não consegue compreender que não vai ser aceito.

Vamos ver quem desiste primeiro, eu ou ele. Se eu estiver puta o suficiente, pago a ligação com gosto, só para mandar o imbecil tomar bem no meio do cu baiano dele e deixar de ser burro.

[Edit] Fui olhar a lista de DDDs para ver de onde é o idiota. Resultado: Vitória da Conquista, Bahia.

sábado, 23 de agosto de 2008

Teclado novo

Hoje descobrimos um novo "stand center", na esquina da Paulista com a Pamplona. Por fora vc não dá nada, parece uma mini galeria. Mas por dentro, o lugar é bem grande. As mesmas lojas, mesmos produtos, mesmos preços... Acho até que vi algumas caras conhecidas em alguns stands por lá.

Comprei um tecladinho novo pro desktop. Normalzinho, sem essas frescuras de sem fio, de ser gigante, ergonômico etc. Eu só fazia questão de que fosse gostoso de teclar. E é. As teclas parecem emborrachadas, são gostosas. Não são muito altas, e são absolutamente silenciosas. De brinde, vem com umas teclinhas de atalho e é dublê de HUB, com 2 entradinhas de USB.

Obviamente que só se encontra uma coisa assim nos Stands Centers da vida. Em grandes lojas, vc só encontra aqueles teclados mais vagabundos (Clone, Leadership, etc), ou os mais fodas, tipo Microsoft ou Logitech, que vêm em combos de mouse ótico sem fio, etc.
Intermediário, jurássico (=com fio), genérico e bom, só de marcas esquisitas, e em lojinhas desconhecidas. Daqueles que vc sabe que nunca mais vai achar de novo, igual.

Claro que vc corre o risco de ler na embalagem coisas do tipo "refrech key"... Mas faz parte.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

O primeiro a gente nunca esquece

Acabei de abrir o laptop que o Le me deu de aniversário! Pequeno, branquinho, fofucho. :D

  • Core 2 Duo 1.5 GHZ
  • 2 GB de memória
  • HD 120 GB
  • DVD-RW
  • WXGA 12.1"
  • Webcam de 2 MP

Vai tornar alguns aspectos do meu trabalho mais fáceis, e me deixar conectada ao mundo moderno (como vivíamos antes, sem computadores? o.O) quando viajar, sem precisar ficar mendigando o notebook do Le ou lutando com o PC do meu pai .

É esse aqui:

domingo, 10 de agosto de 2008

Aniversário

Pois bem... Dia do meu aniversário. (36 anos... afe.)

Espero que passe meu inferno astral:

1) O carro foi para a lanternagem e voltou com os faróis sem funcionar.

2) Um arquivo importante, 24 dias pronto e aguardando aprovação. No dia de dar saída, eu salvei o errado e joguei fora o certo (no único dia em que eu pedi para sair mais cedo).

3) Pedi 2 passagens de ônibus leito, Rio-SP. A 1001 me vendeu SP-Rio e não quis me devolver o dinheiro.

4) Pentelhações daquele cujo nome não ouso escrever (os browsers têm ouvidos).

O meu mês não foi exatamente a oitava maravilha do mundo. Mas, pelo menos, agosto começou muito bem. :P