sexta-feira, 30 de março de 2007

Eu quero!

Todo dia, na volta pra casa, eu passo em frente a uma loja de comics e actions figures, dessas que são o paraíso dos geeks.

Da rua, dá pra ver a caixa do boneco do Jack Sparrow. Pela caixa, eu já tinha achado legal, mas depois que vi a foto na net, achei MUITO legal!



Eu quero... Snif.

Bauducco

Hoje me lembrei de algo por acaso...

Na época do Natal, a Bauducco estava dando umas miniaturas de Papai Noel junto com os panetones (que custam caríssimo, na minha opinião, e nem de longe são os melhores). Minha mãe comprou 2 caixas daqueles grandes, que faziam parte da "promoção". Fui abrir e... Não tinha porra nenhuma dentro.

Liguei para o SAC e comuniquei o ocorrido (não que eu precisasse de um Papai Noel miniatura, mas já que tinha direito...). A mocinha pegou todos os meus dados - endereço, telefone, RG, CPF, número do lote na embalagem (só faltou perguntar se eu preferia cahorro ou gato) - e disse que eu receberia os brindes pelo correio.

Hoje que eu me toquei que eles nunca enviaram nada. Belo atendimento ao cliente, o deles.

Texto de verificação

Retirando o texto de verificação das postagens. Apesar de chato, o recurso afastava os spammers.
Vamos ver se eles permanecem afastados.

domingo, 25 de março de 2007

Regininha Poltergeist

Ainda no assunto putaria, a última ex-celebridade a se render à indústria pornô para garantir uns trocados, é Regininha Poltergeist.

No mesmo canal do tal "documentário" descrito no post anterior, ela pareceu dando uma rápida entrevista a respeito de sua nova carreira.

A moça é bonitinha e tal, não sei se leva jeito pra coisa (pode até ser que sim), mas... Parece meio retardada. Ela levava vários segundos calada, após a pergunta, até começar a responder. Falava muito devagar, não conseguia ser clara na resposta ou concluir um pensamento.

Para o bem dela, espero que ela tenha mais talento para "atuar" do que se comunicar.

Rio, Brazil: venha para o sexo fácil latino do terceiro mundo

Tava vendo o canal Multishow (na Net), que sábado de madrugada passa uns programas bizarros sobre sexo, como documentários estrangeiros, entrevistas com astros da indústria pornô, roteiros turísticos exóticos, etc.
A maioria desses programas é mais engraçada do que propriamente erótica, e faz a gente ficar pensando em como existe gente diferente no mundo.

Pois bem. Resolveram mostrar um "documentário" sobre o Rio, a "cidade do prazer". Pelo que pude ver, era um programa da PlayboyTV americana. O "repórter" veio fazer um perfil de um produtor pornô de sucesso, que filmava seus filmes no Rio.

Entre outras pérolas, o apresentador dizia que qualquer menina no Rio transava por dinheiro. Chegou a dizer, andando pela praia de Ipanema, que era só chegar numa garota e chamá-la: esse era todo o trabalho que um homem teria, no Brasil, para ter o melhor sexo do mundo.

Na seqüência, ele pára em frente a duas meninas que não falavam inglês, mas que em 3 segundos toparam ir com ele a sei lá onde. Meninas essas que seriam as únicas a aparecer no tal documentário, representando todas as mulheres do Brasil.

O documentário apresentava estatísticas interessantíssimas, como: mulheres brasileiras preferem sexo anal a sexo vaginal (yeah, sure) , e 38% das mulheres aqui já teriam feito sexo a 3, com mais um homem e outra mulher (yeah, sure [2]).

Fico pensando em como é que gringo pode ser tão otário!! Como pode assistir uma porra dessas e não ver que são apenas duas putinhas contratadas pra dizer e fazer o que estava no roteiro?

Tem várias coisas que não entendo... Uma é essa fama de que tudo aqui é putaria. Seria por causa dos biquínis pequenos e do carnaval (acho que pode-se passar anos explicando o que é carnaval pra um gringo, que eles não vão entender nunca: vão sempre achar que é uma grande suruba)?

Outra é: prostituta existe no mundo todo. Por que raios um cara sai da Alemanha, lá da casa do caralho na Europa, para vir comer puta aqui? Tem um monte delas lá em Amsterdam. A viagem ainda sairia mais barata. Vai entender...

Enfim, eu ainda faço um documentário para vender para a BBC, dizendo que aqui toda criança tem seu próprio macaco. Como elas não gostam de fazer seus deveres de casa, os macacos são treinados e fazem os trabalhos para elas.
Posso dizer também que, em vez de pombos nas praças, temos cacatuas. Tudo bem que cacatua não é um pássaro sul-americano e sim australiano, mas não é como se eles soubessem disso (ou se importassem).
De quebra, ponho umas estatísticas convincentes, do tipo: 29,7 das virgens são oferecidas em sacrifício ao Deus do Carnaval até o 15º aniversário, por isso que a maioria das mulheres é "facinha" e sai dando que nem louca por aí.

Vou te contar...

sexta-feira, 9 de março de 2007

Roma

Acabei de assistir, em DVD, a primeira temporada de Roma, da HBO.

Os figurinos e cenários são maravilhosos, e a série mostra uma visão diferente das que eu vi até então em filmes sobre o assunto.

Alguns personagens interessantes:

  • Lucius Vorenus é uma espécie de Jack Bauer de Roma.
  • Titus Pullo é uma espécie de Forrest Gump.

PS: Fiquei, em vão, esperando César falar "até tu, Brutus?"!!! :-(

Dia Internacional da Mulher

Pois é, ontem foi o dia internacional da mulher. É aquele dia do ano pra aturar discursinho politicamente correto e feminista das estressadas e azedas de plantão. Um saco, isso.

Não entendo porque essas mulheres se irritam com isso. Se é por motivos sociais e políticos, é muito barulho por nada.

Queiram ou não, a mulher foi sim tratada de forma preconceituosa e desigual, desde que o mundo é mundo. E, em vários lugares do planeta, ainda é.
Se uma data dessas serve como lembrete do que passamos na história, já tem seu valor. E se serve para dizer a parte da população mundial que ainda há lugares onde as mulheres são desrespeitadas e marginalizadas, melhor ainda. Fechar os olhos não adianta nada.

Há quem ache lindo o discurso de que uma data especial para a celebração da mulher é protecionismo, e que na verdade não deveria ser necessário. Eu acho um saco.

Se a mulherada estressada fica P da vida de ganhar bombom ou flores em um diazinho específico do ano, pior para elas (e para os pobres bem-intencionados que venham a cruzar seus caminhos).
Adoram defender que "dia da mulher é todo dia", que o namorado/marido tem que dar atenção ou cobrí-las de mimo todo dia, não nesse dia apenas. Isso pra mim é coisa de mal-amada. Eu adoro ganhar mimo todo dia, inclusive no dia internacional da mulher. Se elas não ganham, não é culpa minha.

A verdade é que ninguém consegue simplesmente aproveitar algo, hoje em dia. Tremenda besteira, independentemente do sentimento pessoal a respeito da data, alguém ficar puto porque recebe uma flor no caixa do supermercado, ou um parabéns do ascensorista e do chefe.

Vê se algum cara ficaria puto se houvesse o dia internacional do homem, e ele recebesse uma lata de cerveja da namorada ou parabéns da mocinha da portaria. A verdade é que homens se divertem muito mais, e se estressam muito menos.
Se houvesse o dia do homem, o mais fácil de acontecer seria a gente reclamar da programação especialmente voltada para eles na TV.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

CTU da mãe Joana

Eu não assistia 24 Horas até conhecer o Le. Ele gosta, e resolveu me apresentar a série. Não foi difícil, uma vez que ele tinhas as 3 primeiras temporadas em DVD.
Não achei assim naaaaaaaaaaaada de excepcional, mas até que é legalzinha. E distrai, que é o que interessa. Depois de um breve intervalo, acabamos alugando a 4a temporada e agora a 5a, na Blockbuster.

O interessante da série (na minha opinião) é ver como as coisas acontecem dentro da CTU - a Unidade Contra-Terrorismo (ou Anti-Terrorismo, sei lá).

A série mostra a agência da CTU de Los Angeles, e um dia na vida do agente mega-fodão Jack Bauer, enquanto ele - só ele - salva os EUA, e às vezes o mundo.


Algumas coisas que vc pode contar de ver em uma temporada de 24 Horas:

- O Jack Bauer não vai obedecer às ordens, sejam elas do diretor da CTU, do presidente, ou de quem quer que seja. Ele é macho pra caralho e macho que é macho não recebe ordem, mesmo que ganhe para isso.

- Obviamente, ele estará agindo ilegalmente e terá sua prisão decretada.

- Enquanto ele está foragido, alguém da CTU (99% de chance de ser a Chloe) irá ajudá-lo clandestinamente, com os recursos da própria agência. Mas ninguém vai descobrir, porque ninguém até hoje grampeou o telefone da mesa da Chloe. Por isso ela e o Jack se falam livremente e fazem de idiotas todos os altos funcionários do governo americano.

- Eventualmente, os chefes suspeitam que alguém da CTU está fazendo merda e mandam tal pessoa para a sala de interrogatório. A pessoa fica lá por alguns capítulos, até que é chamada de volta por um de dois motivos:
1. ou fica esclarecido que foi um engano
2. ou só aquela pessoa pode, teclando compulsivamente, fazer mágica no computador para tentar paralisar a ameaça terrorista.

- Sempre que o Jack está para capturar alguém que tem informações de extrema importância, essa pessoa morre. Sem dizer o que sabia, claro.

- Toda vez que algum terrorista é capturado e torturado, a tortura não adianta nada. O torturador da CTU nunca - repito nunca - obteve sucesso. Não sei como ele ainda tem emprego.

- Todo capítulo, algum pulha ganha imunidade total em troca de uma informação meia-boca. Algumas vezes, a informação nem dá em nada (esta observação está diretamente relacionada à anterior).

- Ninguém ferido é levado a um hospital. Todos são levados à unidade médica da CTU, que tem uns 2 médicos e umas 2 enfermeiras. Se dois pacientes tiverem que ser atendidos simultaneamente, um deles provavelmente irá morrer.

- E sempre (sempre!) há algum espião infiltrado na CTU. Certamente o processo de seleção deles não é lá grandes coisas.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Dia da Marmota

Dia desses eu acordei feliz e cantante, por motivo nenhum. Consegui até fazer o Le rir antes das 6:30 da manhã (tarefa impossível)!

Por isso ele apelidou esse de "o Dia da Marmota", hehe: só acontece uma vez por ano. :D

Fucking Genius II

No dia da viagem para o Rio (onde fui passar o carnaval), saí de casa às 7 da manhã para deixar o Le na faculdade. Levei os filmes da Blockbuster para devolver, já que íamos ficar vários dias fora e não fazia sentido esperar até a volta.

Na volta para casa, passei lá e (claro) encontrei a loja fechada. Desferi uma série de impropérios dentro do carro, voltei P da vida. Não iria sair de casa novamente às 10, só para deixar os filmes. Ainda tinha que arrumar mala e me aprontar, para finalmente me dirigir ao aeroporto.

Quando o Le chegou, perguntou se eu havia devolvido os filmes. Eu respondi que não, pois a loja ainda estava fechada quando passei por lá. "E daí?", ele perguntou.

"Daí" que eu sou burra pra caralho, pois esqueci completamente do quick drop.

Troquei os filmes na volta mesmo...